O osso é caracterizado por um equilíbrio entre os processos de formação e reabsorção óssea. A formação ocorre até por volta de 30 anos e é influenciada por diversos fatores, entre eles a genética, a ingestão de cálcio, os hormônios, o peso corporal e a prática de atividade física. Após esse período, a massa óssea diminui gradativamente, o que acontece de forma mais marcante nas mulheres na pós-menopausa. Quando a densidade óssea atinge níveis críticos, com os quais o risco de fratura é elevado, dizemos que o indivíduo possui osteoporose.


Uma das maneiras de medir a densidade óssea é por meio da realização de um exame chamado densitometria óssea. Ela deve ser realizada em mulheres a partir dos 65 anos, homens a partir dos 70 anos ou em pessoas fora dessa faixa etária, mas que possuem fatores de risco para perda de massa óssea. Entretanto, a osteoporose também pode ser diagnosticada em pacientes que apresentaram as chamadas fraturas de fragilidade, que acometem a coluna, o fêmur, o braço ou o antebraço. E em alguns destes casos a densitometria pode inclusive ser normal ou pouco alterada.


 Ao contrário do que muitos pensam, a osteoporose é uma doença silenciosa e não causa dor. Esta manifestação só aparece quando ocorre a fratura. Por este motivo, faz-se necessário a adoção de uma medicina preventiva para que o diagnóstico seja precoce.


Como medida terapêutica, recomenda-se a atividade física regular, a oferta adequada de cálcio (preferencialmente pela dieta), o uso de vitamina D e de medicações específicas cujo efeito garanta uma redução do risco de fratura.


Rede Ebserh alerta para importância de exame para detectar osteoporose

Imagem: Ebserh